
Ao longo de seus 29 anos de história, a Jegada sempre teve o jegue como principal símbolo da festa.

O animal representa resistência, simplicidade, força e a identidade cultural do sertão nordestino. O respeito e os cuidados com os animais sempre foram princípios fundamentais do evento.

Todos os participantes recebem orientações sobre alimentação, hidratação, transporte e bem-estar dos animais durante a realização da festa.

Cada jegue pertence aos seus respectivos donos, responsáveis diretos pelos cuidados e pela integridade dos animais, seguindo as normas estabelecidas pela organização.
Diante de recentes comentários e publicações nas redes sociais questionando a situação de um dos animais, hoje, 19/05/2026, a imprensa local esteve pessoalmente no local onde o jegue se encontra.

A visita teve como objetivo mostrar à população de Miguel Calmon e região que o animal está saudável, bem cuidado e vive sob os cuidados de uma família que o trata com zelo e dedicação há vários anos, sendo considerado praticamente um animal de estimação.

Em um momento em que o jegue enfrenta ameaça de extinção devido ao abate para fins comerciais, especialmente no Nordeste, a Jegada também se torna símbolo de conscientização e preservação dessa espécie tão importante para a cultura nordestina.
A festa segue como espaço de união, confraternização e inclusão, aberta a todos, sem distinção social, religiosa ou política, mantendo viva a essência popular e cultural que transformou a Jegada em um patrimônio afetivo do povo calmonense.

















